» » » Olodum comemora 40 anos de samba-reggae original no Concha Negra

Em 2020, o verão do projeto Concha Negra começa contando os 40 anos de história do Olodum. Neste sábado (11), às 18h30, a Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, recebe o espetáculo ‘Olodum 40 Anos: Samba-Reggae Original’, que marca o lançamento do EP ‘Olodum 40 anos’.
Com abertura do Bando de Teatro Olodum, a noite terá as participações especiais da cantora Ana Mametto e da banda Adão Negro. Os ingressos para o evento custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), à venda na bilheteria do TCA, nos SACs dos shoppings Barra e Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido.
Em mais um espetáculo que exalta as riquezas e diversidades musicais afro-baianas, o Concha Negra recebe o movimento que nasceu em 1979, no Pelourinho, e segue perpassando várias gerações. Com quatro décadas de carreira, o Olodum já circulou por 40 países, entoando o seu samba-reggae que enfatiza a promoção da cultura da paz, carinho com a matriz africana da civilização e trabalhos pelo desenvolvimento de uma mentalidade humana plural, que trabalha pela reeducação de mitos.
O repertório promete relembrar grandes sucessos, como ‘Faraó’, ‘Deusa do Amor’, ‘Rosa’, ‘Avisa Lá’ e ‘Protesto Olodum’. No palco, o grupo ainda vai apresentar ao público faixas inéditas, como ‘O Nome da Rosa’, ‘Minha Tez’ e ‘Sereia’, além de uma releitura de ‘A Ver Navios’. Como de costume na trajetória do Olodum, as canções trazem aspectos temáticos que abordam profundas mudanças sociais, ambientais e civilizatórias do país.
Concha Negra
O Concha Negra é uma iniciativa do Governo do Estado que se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios, garantindo o lugar da música afro-baiana na programação mensal da Concha Acústica do Complexo do TCA. A realização do projeto parte de premissas das políticas reparatórias previstas na Constituição do Estado da Bahia e no Estatuto da Igualdade Racial.
A primeira etapa do Concha Negra foi realizada entre setembro de 2017 e fevereiro de 2018, com shows de Filhos de Gandhy, Muzenza, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Olodum e Malê Debalê. Nesta 2ª edição, a partir de convocatória pública, nove propostas foram selecionadas dentre 59 inscritas e vão se apresentar até março de 2020.
Depois dos shows de Àttøøxxá, Ilê Aiyê e Sine Calmon e Morrão Fumegante, em novembro e dezembro de 2019, e do Olodum abrindo o novo ano, o Concha Negra ainda receberá Baco Exu do Blues (18 de janeiro), Lazzo Matumbi (25 de janeiro), Afropop com Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna (8 de fevereiro), Panteras Negras, Banda Didá e Slam das Minas (15 de fevereiro) e Ópera dos Terreiros com o Núcleo de Ópera da Bahia (14 de março).

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