» » Policial foi morto em Entre Rios por colega de farda envolvido em roubos, aponta investigação da SSP

O soldado da Polícia Militar de iniciais L. D. S. C, que se encontra preso no Batalhão de Choque sob acusação de vários crimes, entre eles um assalto na cidade de Igaporã, foi apontado pela Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP) como autor do assassinato de um colega de farda, conforme uma fonte do Informe Baiano relatou nesta quinta-feira (01/10).

Foto:Reprodução
O acusado é suspeito de participação na morte do soldado Victor dos Reis Pereira, que foi executado a tiros em 12 de outubro de 2018, no município Entre Rios. A investigação do grupo especial constatou que a pistola Taurus. 40 apreendida em uma residência em Igaporã pertencia ao acusado, que teria deixado a arma cair após um roubo. Na época do assalto, a pistola foi encaminhada ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou a microcomparação balística e concluiu que a arma também foi utilizada na morte do policial militar. Um homem, que também participou do homicídio de Victor, está preso preventivamente desde 2018 por força de ordem judicial.

Assassinato de Victor

O trabalhador era lotado na 56ª Companhia Independente (CIPM) e estava saindo de casa, em Entre Rios, para assumir o serviço no município de Cardeal da Silva. De repente, três homens em um veículo Golf encostaram no carro do policial e dispararam vários tiros. Os bandidos usavam coletes à prova de balas e roupa camuflada. A vítima foi ferida com tiros de pistola e espingarda calibre 12.

Prisão do assassino

O acusado de assassinato e roubos foi preso em 9 de junho desse ano após um assalto no município de Igaporã. As vítimas relataram que três homens vestindo fardas semelhantes a da PM invadiram o imóvel alegando cumprimento de mandado de busca e apreensão. No local o trio roubou 5 mil reais em espécie, uma espingarda, joias, um celular e chaves de três veículos.

Quando o trio saiu da casa, um dos criminosos, que seria L. D. S. C, deixou cair uma pistola e não percebeu. O armamento está registrado no nome do soldado, que era lotado na 32ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Pojuca).Aragão

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