» » Assaltante solto há 3 dias é preso na San Martin e PMs desabafam

Um homem de 44 anos foi preso na tarde de quinta-feira (26/08) por uma guarnição da 37ª CIPM, na Avenida San Martin, em Salvador.

Foto:Reprodução 

Conforme a fonte do Informe Baiano, o comandante da unidade da PM concedia entrevista a uma emissora de tevê sobre a intensificação do policiamento na região do IAPI quando recebeu a denúncia de um assalto em andamento, a menos de 200 metros do local da reportagem.

Imediatamente a guarnição deslocou e conseguiu interceptar o veículo que tinha acabado de ser roubado, na Avenida Conde de Porto Alegre. O motorista foi preso em flagrante e o comparsa dele conseguiu fugir por um beco que dá acesso ao ‘Brongo’, que fica no Pau Miúdo. Além do carro, foi apreendido um celular.

Ainda de acordo com a fonte do IB, o criminoso integra a facção Bonde do Ajeita (BDA) e deixou o presídio há três dias. Na quinta-feira (26/08), uma reportagem publicada pelo IB mostrou que um dos homens envolvidos na ocorrência que manteve de uma família refém no IAPI trocou tiros com a Rondesp BTS dias antes e foi preso. Porém, assim como o caso de ontem, foi liberado e voltou a cometer crime. A notícia deixou agentes de segurança revoltados. Porém, muitos já consideram a situação “comum, mas normal nunca”.

“A verdade é que estamos enxugando gelo. As leis são duras, mas há muitas brechas e os advogados se aproveitam. É preciso discutir isso porque está prejudicando todo o sistema de segurança pública. E quem está pagando o preço é a população”, desabafou um oficial da PM em mensagem privada ao IB no WhatsApp.

“Vocês da imprensa precisam colocar esse assunto em debate. A gente prende criminosos todos os dias e em menos de 24 horas são soltos. Isso é absurdo! Eu já vi traficante flagrado com mais de 10 quilos de drogas ser solto no dia seguinte. Tem alguma coisa errada, aí”, disse um soldado lotado em uma companhia da região metropolitana de Salvador.

“Não é fácil para nós, operadores da Segurança Pública, convivermos com essa realidade. Vida que segue”, afirmou outro um policial.

“É simplesmente desanimador e não vejo solução em curto prazo. Os Poderes Públicos precisam dialogar sobre isso. Será que só a polícia que enxerga isso? Não é possível”, acrescentou um sargento lotado em uma das unidades da Rondesp.

Fonte do Informe Baiano

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