» » » Vídeo: professores em greve acusam guardas municipais de agressão; “campo de guerra”

Crédito da Foto: divulgação/APLB
Fonte: Da redação
Professores de Salvador que protestavam em frente à Secretaria Municipal da Educação, na Avenida Anita Garibaldi, dizem ter sido agredidos por guardas municipais na manhã desta terça-feira (7/8).
A diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), Elza Melo, detalhou para o  ocorrido desta manhã. “Isso aqui pareceu um campo de guerra! Viemos em um movimento pacífico, e o que aconteceu em seguida foi uma repressão absurda e abuso de poder. Os guardas municipais apontaram armas, jogaram bomba de gás em mim e nos meus colegas. É um absurdo!”, disse.
Os professores completaram 28 dias paralisados. Na segunda-feira (6/8), eles decidiram dar continuidade ao movimento durante a assembleia geral realizada no Ginásio dos Bancários.
VEJA O VÍDEO:
A categoria não aceita a posição da Prefeitura de não conceder reajuste linear, com 2,5% referente ao reajuste de referência, medida que deixa de fora os aposentados e professores REDA; e também rejeita a proposta de só negociar outros itens da pauta, como a mudança de nível e a eleição dos gestores de escolas, após a suspensão da greve.
Outra assembleia geral acontecerá na quinta-feira (9/8), também no ginásio do Sindicato dos Bancários.
Por meio de nota, a Guarda Municipal se posicionou sobre o ocorrido.
Leia na íntegra:
“Uma guarnição da Guarda Civil Municipal (GCM) foi hostilizada e agredida por mais de 150 manifestantes da APLB ao tentar garantir o acesso de servidores à sede da Secretaria Municipal de Educação (SMED), na manhã desta terça-feira (07). Por volta das 10h, o diretor da GCM, Maurício Lima, negociava com um representante do sindicato dos professores a sua entrada à Smed, cujos portões estavam acorrentados e trancados com cadeados. Nesse momento, manifestantes começaram um tumulto impedindo o diálogo e hostilizando a guarnição.
A situação se agravou, quando os manifestantes acirraram os ânimos, ameaçando a integridade física do diretor da GCM e dos oito guardas, que o acompanhavam. Houve empurra-empurra e arremesso de objetos à guarnição, que reagiu com técnicas de dispersão. “O nosso papel foi garantir o direito dos servidores de terem acesso ao trabalho, mas infelizmente prevaleceu a intransigência e o radicalismo de manifestantes que não se pautam em princípios democráticos”, afirmou o diretor da GCM, Maurício Lima.”

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