» » » ‘Salvador é vista no mundo lá fora pela marca do Olodum’, diz João Jorge

 Presidente do bloco-afro lamentou a falta de mobilização do poder público e da iniciativa privada para viabilizar o desfile da agremiação.
Foto: Divulgação/Assessoria
Tradicional bloco-afro que faz história em Salvador há 40 anos, o Olodum viveu momentos de indecisão sobre o Carnaval deste ano por falta de patrocínio. Mesmo levando a cultura baiana e soteropolitana pelos quatro cantos do mundo, a agremiação só recebeu patrocínio às vésperas da folia.
Em entrevista ao bahia.ba nesta quinta-feira (13), durante a divulgação da programação da folia do Governo do Estado, realizada no Teatro Castro Alves (TCA), o presidente do Olodum, João Jorge, lamentou a dificuldade para captar recursos aos blocos populares que prestam “um serviço enorme” à Bahia, como Ilê Aiyê e Filhos de Gandhy.
“Esperamos não ter que fazer mais Carnaval dessa forma. São 40 países, cinco continentes, sete Copas do Mundo, 25 discos aqui e no exterior. A Bahia que nós conhecemos em Salvador é vista no mundo todo lá fora pela marca do Olodum. Marca do Carnaval de ação social. E, no Carnaval, a gente não pode falar tudo isso para o folião, para o nosso associado”, disse.
Para os próximos anos, ele defende que “é preciso ter outro tipo de política de financiamento público”. “Estamos sugerindo que a Prefeitura repasse parte do valor dos patrocínios que recebe, que haja uma categoria para Olodum, Ilê, Gandhy, que têm mais de 40 anos”, afirmou João Jorge.
Por fim, ele comemorou os recursos conquistados, mesmo às vésperas da folia. “Quase oito dias para o Carnaval, está começando tudo isso ficar compatível. Ou seja, vai ter apoio do governo, apoio da prefeitura, deve ter da iniciativa privada, para a soma disso viabilizar três grandes dias de desfile”.

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