» » Após denúncia de intolerância religiosa, aplicativo não dá satisfação a Mãe de Santo e nem à imprensa

Gleisiane relatou agressões à empresa logo após ocorrido, na última quinta-feira (7), e segue sem resposta.

Foto: Divulgação

A Mãe de Santo Gleisiane Boa Morte Paranhos, vítima, junto com os seus filhos, dos crimes de intolerância religiosa e racismo por um motorista do aplicativo ‘99’, ainda não recebeu um retorno sobre a denúncia. Ela relatou o caso à empresa logo após o ocorrido, na última quinta-feira (7) e, até esta terça (12), segue sem resposta. O Metro1 também está tentando entrar em contato com o app desde a manhã desta segunda-feira (11), mas, até então, não obteve um posicionamento. 

O caso se refere a agressões realizadas por um colaborador do aplicativo ‘99’, que chegou a agir violentamente com Gleisiane e os seus filhos, de 8, 9 e 11 anos, enquanto gritava que era “servo de Deus” e chamava a família de “satanás”, em ataque ao Candomblé, religião de matriz africana. A Mãe de Santo conta que o motorista empurrou as crianças e jogou as suas coisas pela janela.

Gleisiane tem uma reunião com a sua advogada marcada para esta quarta-feira (13), com quem ela levará a ocorrência à polícia. “Iremos na delegacia resolver isso. O aplicativo não deu retorno. No dia, eles me pediram meu número e o meu e-mail, além de uma série de informações de comprovação da viagem. Eu mandei tudo, mas já olhei no e-mail várias vezes, e não recebi nada ainda. O motorista também não se pronunciou”, informou.

A mão de santo conta que deseja que as medidas sejam tomadas também pelos seus filhos, iniciados no axé, que sofreram com a situação. “A gente precisou pegar um Uber e os meus filhos me perguntaram antes se o motorista [do ‘99’] já foi preso”.

Fonte:metro1

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